Quem sou eu
- Júlia Mendes
- Olá , Podem me chamar de Ju,tenho 16 anos e sou estudante.Gosto de moda , makes , Johnny Depp , Supernatural , P!ATD , Capricho , Paris , Londres,Sintam-se em casa !
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“Ele a tinha mas não soube dar valor. A se ele soubesse do que ela era capaz de fazer por ele . Se ele imaginasse que ela pensava detalhadamente em cada palavra que diria só pra não correr o risco de fazê-lo sofrer. Se ele pensasse pelo menos um pouquinho nos esforços que ela fazia só para vê-lo sorrir . Se ele prestasse atenção nos sacrifícios que ela fazia só pra estar perto dele, mesmo quando ele a ignorava lá estava ela, em silêncio, bem quietinha, só pra poder estar por perto. Se ele soubesse quantas vezes ela brigou com os amigos e com seus familiares só para defendê-lo. Se ele soubesse quantas noites em claro ela passou acordada e chorando por não se achar boa o suficiente pra ele . Se ele pudesse imaginar o quanto ela sofria com seu silêncio e com a sua indiferença. Se ele pensasse no quanto ela era especial e única. Se ele tivesse reparado em cada detalhe, nos brilho dos olhos dela ao olhar pra ele, no sorriso bobo que ela dava quando ele se aproximava. Se ele percebesse o quanto era amado, e o quanto ele a amava, não estaria sofrendo agora. Não teria deixado que ela saísse da sua vida. Não teria permitido que ele procurasse em outro o que ele podia oferecer mas não ofereceu. Não teria perdido o amor da sua vida, e não teria se tornado apenas mais um idiota na vida dela. ”
Sempre me olharam torto. Sempre foi assim, e isso desde pequena, em todos os lugares fui julgada, na maioria das vezes pela aparência ou forma de agir, o que as pessoas nunca viam era que elas mesmas me transformavam no que elas diziam, eu devo confessar que sempre me deixei levar pelas opiniões alheias, sempre me submetendo a desafios difíceis e poucas vitórias, felizmente hoje eu cresci, eu pude perceber que viver do que os outros acham não é exatamente viver, é existir, que viver é ser você, e não podemos deixar de lado a questão de que não agradar a todos faz parte disso. Poucas são as pessoas que me conhecem e menor ainda é o número de pessoas que eu pude criar algum tipo de laço, a maioria delas me chamam de anti-social e me olham dos pés à cabeça como se ouvesse nojo ou coisa parecida, mas sinceramente eu não ligo, e foda-se quem acha que eu vivo do que os outros pensam e falam, por um lado eu sou sim, sou anti-social, sou distante, sou sozinha, e ignorada, as vezes eu mesma acho que me aproximar de certas pessoas é se aventurar demais e particulamente dizendo, eu não gosto muito de coisas novas, gosto da minha antiga cama, do meu cabelo amarrado, minhas músicas velhas e meus vícios e manias de sempre. Gosto de fazer chocolate com pipoca e assistir os mesmos filmes, de fuçar coisas velhas e de lembrar até chorar de saudade, gosto de coisas tão simples, tão desnecessárias pra tantas pessoas que não tem tempo nem de amar à si mesmo porque está ocupado demais fingindo que é amado.
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